Desde a formação, há um mês e meio, do consórcio fechado com o grupo GP investimentos para o controle da Parmalat no Brasil, o investidor Marcus Elias, sócio da Laep, saiu da linha de frente da operação para voltar fazer o que mais gosta. Apostar em boas oportunidades de compra de empresas em dificuldades, recuperá-las e depois vendê-las. “Agora fico liberado para fazer o que sempre fiz”, disse ele ontem à noite, durante o jantar para Yehuda Berg, diretor do Kaballa Center, na casa de Ana paula Junqueira em São Paulo. Em sua mesa de trabalho, Elias já está analisando três propostas de compra de empresas nos setores de alimentos e de infra-estrutura e deve definir logo sua próxima investida. Enquanto não anuncia o novo negócio, o empresário dedica-se ao imponente centro budista que construiu em sua propriedade em Campos do Jordão, onde recebeu recentemente o Lama Michel Rimpoche, paulistano que tornou-se monge tibetano na adolescência e hoje mora na Itália. O casamento entre a Laep e a GP (por meio da Monticiano, braço do grupo no setor) criou uma das mais promissoras empresas de leite no Brasil, com receita estimada em R$ 1,5 bilhão e captação de mais de dois milhões de litros ao dia.



  1. jbros quinta-feira 6, 2010

    Colega, qual a fonte dessa notícia?

  2. orozimbo roxo loureiro filho quinta-feira 6, 2010

    Mais uma vez, o Sr. Marcus Elias comprova a sua capacidade de negociação, conseguindo uma excelente composição com a GP Investimentos, que poderá transformar a PARMALAT em uma das maiores companhias no seu ramo.
    Esperamos e acompanhamos a sua trajetória e sabemos do sucesso que conseguiu na CAMIL, GOMES da COSTA e UNIDAS.
    Desejamos que ele tenha muito sucesso nesta nova empreitada, porque homens como ele, são geradores de desenvolvimento.

  3. VANDELINO ROCHA DA COSTA quinta-feira 6, 2010

    Compras, Templo Budista, etc. Só gostaria de saber quando é que a MILK11 deixará de derreter e se impor na Bolsa como uma Empresa de Verdade, porque assim está dando nos nervos!!!!!!!